Memorial do Tigrão
A gloriosa trajetória do Juventude Independente Futebol Clube ao longo dos anos
Juventude Independente Futebol Clube de 1991
O início da história do time do Juventude começou com uma idéia de Railton e ajuda de Marquinhos, que resolveram fazer um time de garotos para jogarem nas localidades próxima ex: Chiláia, Tiririca, Cadó etc. e até fizeram alguns jogos com os garotos só que o nome do time era Nacional. Aí foi onde Everaldo conhecido como Vere teve a criatividade e a bela idéia de fundar o Juventude junto com Railton.
Sem muito apoio da comunidade e dependendo muito do Aliança, ou seja, naquela época tudo que se tratava de futebol em Umbuzeiro tinha que ter a aprovação e o apoio da diretoria do Aliança, pois eram eles que comandavam o campo, e tinham todo tipo de material esportivo, que era muito necessário para um jogo de futebol e sempre que o Juventude necessitava do material ex: apito, bandeiras, redes etc. Seu pedido foi negado.
Vere inconformado com essa humilhação procurou ajuda na prefeitura e alguns amigos e conseguiu seu próprio material e até um uniforme, onde definitivamente filiou o Juventude na Liga Mundonovense de Futebol. Com o reconhecimento da liga e o material em mãos, Vere começou então sua luta para formar um time para disputar o campeonato mundonovense, e que fizesse uma boa campanha; e até conseguiu formar o time com jogadores praticamente excluídos e considerados velhos pelo Aliança. Mas foi uma decepção, com uma estréia mal, perdeu para o Grêmio por 7×1, depois perdeu para a Ponte Preta por 5×1, aí chegou à vez do que se poderia considerar clássico Juventude x Aliança, sem chances de classificação no campeonato o Juventude foi para o jogo com o número de jogadores incompleto, pois os mesmos inventaram de tudo para não irem ao jogo, dando desculpas esfarrapadas como por ex: vou pescar outro caçar, estou doente etc. dizem as línguas malditas que foram comprados, mas nada foi provado.
Sem a maioria de seus jogadores titulares e pior sem carro para transportar o time, o Juventude começou a sentir na pele a perseguição do seu rival, mas Vere não desistiu e sua luta foi recompensada, Randolfo muito revoltado com a situação pegou sua caçamba e levou os 10 atletas para mundo novo. Muito atrasado, mas no limite do tempo chegou, e a torcida já imaginando e cantando que o Aliança vai ganhar de 5, 6, 7 à zero. Mas que nada o Juventude com apenas 10 jogadores foi valente e conseguiu terminar o primeiro tempo em 0x0, o Aliança muito desesperado e com um time superior conseguiu abrir o placar aos 15 min. do segundo tempo e para piorar o Juventude teve Vere expulso então ficou só com 09 jogadores em campo, aí no final o Aliança conseguiu fazer mais um gol inclusive de mão com Gera de Mairi, mas o juiz validou o gol, então final de jogo Juventude 0x2 Aliança, para o Juventude sua dedicação e coragem valeu como uma vitória e mostrou ao adversário que ali estava dando início um novo time no Umbuzeiro e ninguém ia conseguir acabá-lo.
Ainda faltava uma partida pelo campeonato para encerrar sua participação, mas sem jogadores, Everaldo fez um ofício e comunicou a liga mundonovense suas dificuldades e pedindo sua compreensão, mas a liga não considerou e o Juventude deu WxO, e ficou suspenso por 02 anos do campeonato mundonovense. O Juventude só queria ser mais um time no Umbuzeiro onde pudesse dar oportunidades aos que não tinham e claro exercer uma atividade física que é tão gostosa que é jogar futebol, mas isso tava incomodando um pequeno grupo que fez de tudo para destruir essa idéia, mas não conseguiu, como “tu és forte Juventude”.
Então fique a lição para todos:
“Quando você não pode e não quer ajudar,
não atrapalhe o sonho dos outros”.
Juventude Independente Futebol Clube de 1994
Com a mudança da sua diretoria, o Juventude começou sua era e busca seu reconhecimento como um grande time no Umbuzeiro e na região. Formada com pessoas humildes e de caráter, o Juventude começou uma nova era na sua existência, sendo sua diretoria formada por: João Branco, Esmeraldo, Dudu, Gerson, Jaime, Manoel, Dinalvo entre outros, inclusive Vere que mesmo em São Paulo sempre ajudando no que podia.
Montou uma equipe forte e competitiva para disputar a Copa da Amizade em Umbuzeiro, tendo seus destaques: Kal, Sinho, Nena vindo do seu arquirrival aliança, Celinho e Bebê de Mundo Novo; tendo ainda seus fiéis Rê, Vandinho, Carote e outros. Fez então uma campanha empolgante decidindo a semifinal com o Fluminense de Várzea do poço, empata o jogo em 1×1 no tempo normal e então brilhou o goleiro Alicio de Alto Bonito defendendo 2 pênaltis e levando o Juventude a sua primeira final, contra o seu maior rival o Aliança que por sua vez um time de muita tradição e muito bem montado.
Mas o Juventude não se assustou e partiu pra cima logo nos primeiros minutos e fez 1×0 com seu craque Nena, para alegria de sua imensa e empolgada torcida, mas em seguida o Aliança empatou com Lula em uma falha do lateral Carote. No segundo tempo os dois times tiveram chances, mas permaneceu o empate à prorrogação, com a entrada de Warley no Juventude o time melhorou e criou algumas situações de gol, mas foi o Aliança que virou em 2×1 com Robério de Mundo novo, foi aonde Kal se responsabilizou e fez um final de prorrogação excepcional. Primeiro arrancou do meio de campo e deixou Warley de cara com gol, mas ele não conseguiu bater forte na bola que ainda desviou em Lula e sobrou para o goleiro Sérgio; depois ele mesmo no lance muito polêmico, driblou um zagueiro e quando ia finalizar para o gol foi empurrado dentro da área por outro zagueiro e o juiz não deu nada tornando assim a partida mais emocionante e polêmica, mas o final foi 2×1. O Juventude foi vice-campeão, mas se tornava um time de respeito e de grande emoção para seus torcedores.
Juventude Independente Futebol Clube de 1995
Após cumprir os dois anos de suspensão impostos pela liga, o Juventude retornou ao Campeonato Mundonovense com um elenco jovem, talentoso e determinado. A estreia foi avassaladora: vitória por 3×0 contra o poderoso Grêmio, dando um verdadeiro show de bola em Mundo Novo.
A equipe manteve a regularidade incrível vencendo os três jogos seguintes pelo mesmo placar de 3×0, ganhando o apelido histórico de “O Time dos 3×0”. Classificado para as semifinais ao lado de Aliança, Fast e Grêmio, o Juventude empatou com o Fast em uma partida com arbitragem polêmica que estendeu o jogo até os 51 minutos do segundo tempo. Na sequência, acabou superado pelo Grêmio por 2×1, perdendo a chance de ir à final.
Apesar da eliminação, o campeonato revelou grandes nomes: o goleiro Valdinei foi eleito a revelação da competição; a linha defensiva mostrou muita solidez; o meio-campo com Deda, Warley, Marcos e Luciano jogou com muita raça e o ataque formado por Dau e Tinenê causou pânico nas defesas adversárias.
Juventude Independente Futebol Clube de 1997
Montado especialmente para a Copa da Amizade em Umbuzeiro, o Juventude reuniu grandes atletas da região, com destaque para o grupo liderado por Toinho, Miro e Alex de Piritiba, a categoria de Van do Maracujá e a estreia do zagueiro Beto em competições.
A campanha foi impecável, superando todos os adversários na primeira fase e vencendo o Independente de Piritiba na semifinal. A grande decisão foi contra o Juventude de Quixabeira. Considerado favorito, o time de Umbuzeiro começou nervoso e cedeu um pênalti no primeiro tempo, desperdiçado pelo adversário. No segundo tempo e na prorrogação, a equipe pressionou intensamente, mas a bola teimou em não entrar, levando a decisão para as penalidades máximas.
Após cobranças eficientes de lado a lado, Tinenê acabou errando a sua batida, deixando o título escapar. Apesar do vice-campeonato doloroso, o ano provou que o Juventude possuía uma das organizações mais respeitadas e atraentes para os melhores atletas da região.
Juventude Independente Futebol Clube de 1998
Em 1998, o Juventude aceitou o convite para disputar o tradicional Campeonato Regional de Serrolândia. Mantendo a base forte da Copa da Amizade, a equipe fez uma excelente primeira fase, classificando-se com extrema facilidade.
Na fase decisiva, ocorreu o confronto direto contra o rival Aliança. O Juventude jogou de forma determinada e ofensiva, mas acabou punido em um contra-ataque que decretou a derrota por 1×0. Os grandes destaques da competição foram o volante Bero de Piritiba, a garra de Warley e Carneiro no meio-campo, além da excelente dupla de zaga formada por Beto e Alex. O torneio também marcou a estreia do jovem Dei, que se tornaria peça fundamental no futuro do clube.
A diretoria liderada pelo presidente Castor, além de Gerson, Dinalvo, Frazinho, Adriano, João Branco, Jaime e o técnico Manoel, foi amplamente aplaudida pelo esforço de manter o clube competindo em alto nível, acompanhado de perto por uma torcida incansável.
Juventude Independente Futebol Clube de 1999
Com regras rígidas que limitavam a inscrição de apenas 4 jogadores de fora no Campeonato Mundonovense, o Juventude entrou forte na disputa apoiado em uma base caseira fortíssima: Valdinei, Marquinhos, Sinho, Warley, Dal, Luís e André. Para somar qualidade, trouxeram os reforços de Nem de Dora, Carneiro, Beto e o artilheiro regional Arlênio, todos sob o comando do experiente técnico Som.
A primeira fase foi impecável, garantindo a classificação para a semifinal contra o Fast com a vantagem do empate. O jogo decisivo, contudo, ficou marcado por erros graves de arbitragem. O Fast abriu o placar em um pênalti duvidoso. O Juventude buscou a reação e marcou um gol legítimo com Arlênio, anulado incorretamente por falta no zagueiro. No fim, mesmo com dois jogadores expulsos, o time marcou novamente e teve o gol anulado por impedimento inexistente, encerrando a partida em 1×0.
Apesar da injusta eliminação que revoltou o elenco e a diretoria, a imagem marcante do ano foi o apoio incondicional e a bonita festa feita pela torcida do Tigrão nas arquibancadas.
Juventude Independente Futebol Clube de 2000
Um ano inesquecível. Com o retorno de Vere acompanhando o clube e um investimento financeiro maciço, a diretoria montou uma verdadeira seleção de nível intermunicipal para o Campeonato Mundonovense. O elenco contou com o goleiro Nino (Mairi), o zagueiro Marconei, o artilheiro Arlênio, o atacante Deco e os consagrados astros Souza Baiano (ex-Seleção Brasileira de Juniores ao lado de Romário e Dunga) e Souza Piritibano (com passagens por grandes clubes profissionais como Botafogo, Bahia e Vitória).
No único campeonato da história com inscrições totalmente livres para atletas de fora, o Juventude estreou goleando o Indaí por 5×0. Na sequência, empatou por 2×2 com o Alto Bonito e encarou o União precisando da vitória. Em jogo tenso, o time perdeu Souza Baiano por lesão e cedeu o empate em 2×2, terminando a fase de grupos de forma invicta.
A eliminação ocorreu nos bastidores de forma cruel: o União, time ligado à prefeitura local, garantiu a classificação por saldo de gols após enfrentar o Indaí (que entrou em campo com dois jogadores a menos e teve o jogo encerrado aos 20 minutos do segundo tempo por falta de contingente) em uma goleada por 9×0. O Juventude caiu de forma invicta, mas a equipe foi eleita pela Liga como a melhor formação técnica do município até o ano 2000.
Juventude Independente Futebol Clube de 2001
Apostando na reestruturação e no aproveitamento dos talentos da casa, o Juventude disputou o certame mundonovense sem grandes estrelas mediáticas. Os únicos reforços de fora foram o zagueiro Beto, o meia Carneiro, Van de Maracujá e o atacante Arlênio.
O time fez uma campanha sólida na primeira fase, garantindo vitórias importantes e assegurando a classificação. No entanto, por possuir características de jogo leve e muito toque de bola, o elenco encontrou severas dificuldades com as condições físicas dos gramados regionais. No primeiro confronto eliminatório de mata-mata, a equipe acabou eliminada, deixando uma lição de resiliência para a fiel torcida.
Juventude Independente Futebol Clube de 2003
Com a entrada de jovens diretores na gestão — Tarciano, Adriano, Bafo e Lazinho —, o Juventude focou no desenvolvimento social e esportivo, absorvendo os garotos formados na escolinha de futebol do atleta Kal. A equipe disputou o campeonato com uma base local forte, contando com apenas três reforços externos: Cebolinha, Beto e Nonom.
A estreia foi marcante contra o Palmeiras de Mundo Novo, jogando apenas com pratas da casa e abrindo dois gols de vantagem, cedendo o empate em 2×2 na etapa complementar. Sob o comando técnico de Manoel Correia, a equipe embalou e chegou às quartas de final contra a Barra. Após um jogo truncado, a vaga foi decidida nos pênaltis, onde o goleiro e os batedores do Juventude garantiram a vitória. Na semifinal, o time superou divergências internas no vestiário e derrotou o Grêmio com grande atuação do goleiro João Pereira.
A grande final contra o Alto Bonito foi eletrizante. O adversário abriu o placar em um lance polêmico com o atacante Boi, mas o Juventude virou heroicamente para 2×1 com gols de Nonom e Dal. Nos minutos finais, o Alto Bonito conseguiu uma virada dramática para 3×2, ficando com o título. O Juventude ficou com o vice-campeonato e teve o lateral Régis eleito a revelação do torneio.
Juventude Independente Futebol Clube de 2006
O capítulo mais feliz da história do clube. A diretoria tomou a ousada decisão de inscrever o clube em duas competições simultâneas: o Campeonato Mundonovense (limite de 3 atletas de fora) e o Campeonato Itapurense (regional aberto). No Mundonovense, o time local reforçado por Arlênio, Bero e Rodrigo fez grande papel, caindo de pé nos pênaltis na semifinal contra o campeão Independente de Gabriel.
No Itapurense, o diretor Tarciano assumiu o comando técnico da equipe. Após uma estreia com derrota por 3×1 contra o Farenze, o time se acertou, venceu duas partidas e empatou uma, avançando de fase. Na semifinal, o Juventude aplicou uma goleada histórica de 5×1 na Palmeirinha, com exibição de gala do goleiro Zé Balão, carimbando a vaga para a final contra o então bicampeão Tapiranga.
A finalíssima ocorreu em 1º de janeiro de 2006. O Juventude abriu o placar com o zagueiro Beto após cruzamento de Bero. No segundo tempo, Márcio Mota entrou e serviu Laerte para fazer 2×0. O Tapiranga diminuiu para 2×1, mas, em contra-ataque rápido, Bero serviu Laerte, que cruzou para Márcio Mota sacramentar o placar de 3×1. O Juventude sagrou-se campeão pela primeira vez na história. Bero foi eleito o melhor jogador do campeonato e Eduardo o artilheiro, coroando o trabalho da comissão e diretoria.
Juventude Independente Futebol Clube de 2006-2007
Visando o equilíbrio financeiro devido aos altos custos operacionais do ano anterior, a diretoria abriu mão do torneio mundonovense para focar exclusivamente na defesa do título em Itapura. O elenco foi reforçado com atletas de nível de seleção intermunicipal, incluindo Peixe, Vere, Dei, Élder, Laerte, Márcio Mota, Mário, Bero, Dui e Rodrigo.
A campanha inicial correspondeu às expectativas, com o time avançando invicto em primeiro lugar no grupo, ganhando a vantagem do empate na semifinal contra o Itapurense. No jogo decisivo, o Juventude saiu na frente com gol de Wedson. No entanto, o adversário contava com o atacante profissional Neto (em férias do Santa Cruz), que desequilibrou o confronto marcando dois gols ainda no primeiro tempo.
Na etapa final, o time não conseguiu se encontrar taticamente e acabou sofrendo uma dura e inesperada goleada por 5×1. Apesar da dolorosa eliminação, o ano serviu para referendar o talento do atleta Peixe, muito elogiado por cristas e torcedores ao longo do torneio.
Juventude Independente Futebol Clube de 2007-2008
Desta vez, o planejamento inverteu o foco, priorizando o Campeonato Mundonovense com um elenco extremamente jovem (média de idade de 18 anos) e sob o comando do técnico estreante Cláudio. Na estreia, o time venceu o Ájax da Bonita de virada por 5×2, com gols de Vertinho, Eduardo, Laerte (2) e Aldair. No segundo jogo, mesmo com o meia Henrique expulso por salvar um gol com a mão, o time venceu o Camarões por 2×1 com gols de Élder, garantindo vaga antecipada.
Após poupar atletas contra o Grêmio (2×0), o Juventude enfrentou o União nas quartas de final. Com Maike de Filadélfia comandando o meio-campo e o zagueiro Peixe marcando um golaço aos 35 do segundo tempo, o time venceu por 1×0. Na semifinal, aplicou um categórico 3×0 no Alto Bonito, com dois gols de cabeça de Élder e um belo chute de Maike, carimbando a vaga na grande final contra o Belas-Flores (Cobé), que bateu recorde histórico de público.
A grande final foi um épico do futebol amador. O Cobé abriu o placar, mas o Juventude empatou em um chute violento de Élder que chegou a furar a rede do gol. Pouco depois, Vertinho marcou o gol da virada por 2×1. No segundo tempo, o adversário empatou em lance de escanteio. A arbitragem sonegou duas penalidades claras em Eduardo e o jogo terminou em 2×2. A decisão foi para as penalidades e, após uma série perfeita de cinco cobranças convertidas, o Juventude acabou superado por 6×5 na série alternada. O grupo foi muito parabenizado pela união, caráter e postura digna, destacando nomes como Juninho (revelação), Mimi, Aldair e os jovens da base.
Bloco Juva Folia e a Estrutura de Gestão
Idealizado por Kal em 2004 e gerido em 2008 por Tarciano, Ade, Adriano, Bafo e Jacq, o Bloco Juva Folia completou cinco anos de existência consolidado como o maior bloco da tradicional Festa do Produtor Rural de Umbuzeiro. Mais do que uma manifestação festiva, o bloco cumpre um papel crucial de captação de recursos financeiros através de patrocínios comerciais para custear as inscrições, viagens e materiais esportivos do clube de futebol.
A manutenção desse projeto social e esportivo ao longo das décadas apoia-se no trabalho voluntário e nas contribuições diretas de diretores e torcedores residentes no município (Adriano, Sílvio, João Branco, Tarciano, Lazinho, Gerson, Castor, Neno, Warley, Bafo, Márcio, Cláudio, Jai) e da colônia de apoiadores radicada em São Paulo (Cleiton, Evandro, Gerson, Gervásio, Teté, Hélio, Renato, Rubens, Manoel, Vere, Esmeril, Toni), além do suporte da vibrante e apaixonada torcida do Tigrão de Umbuzeiro.